Efeitos visuais, efeitos sonoros, ação em 3D e atores consagrados. O filme dirigido por Alan Taylor é um bom divertimento para quem curte uma típica superprodução hollywoodiana. Dessa vez o deus Thor luta contra algo mais poderoso que ele, uma força da natureza muito antiga e destrutiva. Assim, é obrigado a pedir ajuda ao seu irmão-inimigo Loki.
A história é simples, característica dos filmes de super-heróis. O bem contra o mal. O australiano Chris Hemsworth (Thor) faz Stallone parecer excelente ator. Natalie Portman (Jane Foster) e Sir Anthony Hopkins (Odin) têm papeis secundários na trama. Uma pena, já que são dois astros de primeira grandeza do cinema. Ela ganhou o prêmio Oscar de melhor atriz em 2011 por “Cisne Negro”. Ele, o de melhor ator de 1991 pelo inesquecível Dr. Hannibal Lecter em “O Silêncio dos Inocentes”.
O grande trunfo desse filme está em Loki, o irmão-problema. Boa atuação de Tom Hiddleston, que consegue divertir o público na pele do filho adotivo do Rei Odin. Os conflitos psicológicos marcaram seu caráter volúvel e o fizeram o deus mais humano de Asgard. Se Thor agita parte do público por apenas alguns segundos, Loki conquista a plateia todas as vezes que aparece na telona.
Enquanto Thor salva o universo, é Loki quem salva o seu filme.
Com relação aos segundos em que Thor agita a plateia, trata-se da cena onde ele aparece sem camisa. O público feminino delira dentro do cinema. Um menino que estava ao meu lado chegou a me perguntar se Thor era Brad Pitt... Coisas da mídia. E só para terminar: não tenha pressa para sair no final do filme.

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